Sugestões para o Programa ABC e a situação dos produtores

O Sistema CNA/SENAR realizou hoje, na sede da entidade, em Brasília, uma reunião técnica de avaliação dos Seminários do Projeto ABC Capacitação,  ocorridos entre 31 de janeiro e 14 de fevereiro. Na reunião, foi feito um levantamento de sugestões para serem apresentadas ao Ministério da Agricultura para o novo ano safra do Programa ABC.

Participaram representantes das Federações da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

“Estamos visando uma forma de integrar a região cacaueira com o plantio de madeira nobre. Para isso, precisaremos de um financiamento com prazo maior. Também acreditamos que o Nordeste poderia ter uma taxa de juros diferenciada. O semi-árido sofre mais com a seca e com outras adversidades.  Outra dificuldade dos produtores rurais da Bahia é que muitas propriedades rurais estão hipotecadas pelo Banco do Nordeste. Precisamos, de alguma forma, levar o Programa ABC para o Banco do Nordeste” – Guilherme Galvão de Oliveira, representantes da FAEB e Presidente do Sindicato Rural de Barro Preto.
“Em Minas Gerais, os produtores estão com dificuldades de acesso ao crédito do Programa ABC porque existe uma integração com a legislação ambiental para conseguir o financiamento. Sabemos que estamos em um momento delicado, em que os debates ainda acontecem e não há algo definitivo. A desvinculação de algumas exigências ambientais e o acesso ao crédito é algo importante. Creio que poderemos levar essas situações para o Ministério da Agricultura”- Ana Paula Mello, analista ambiental da FAEMG. 
“Vemos o Programa ABC como uma grande oportunidade para melhorar os sistemas de produção e proporcionar uma visão mais ampla da propriedade rural. Mas identificamos a necessidade de treinar um número mais expressivo de técnicos. Por isso, estamos preparando um evento para presidentes de sindicatos e técnicos da Região Sul do País. Com este evento, poderemos reforçar as diretrizes do Programa ABC junto aos presidentes de sindicatos rurais e discutir uma estratégia para implantação de projetos de agricultura de baixo carbono na região” – Antônio Aguinaga, Técnico em Formação Profissional Rural da Administração Regional do SENAR do Rio Grande do Sul



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