Produção agropecuária avança com sistema integrado e sustentável

*Do Governo de Tocantins


Na Fazenda Maria Mole, o Sistema de Integração Lavoura-Pecuária está deixando os produtores entusiasmados com a rentabilidade do negócio. A propriedade rural, que fica em Monte do Carmo, região Central do Estado, sediou na manhã de ontem, dia 28, o Dia de Campo sobre o Sistema de Integração Lavoura-Pecuária. O evento foi realizado pela Seagro – Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário, em parceria com a empresa Tortuga.

O secretário executivo da Seagro, Ruiter Padua, esteve presente e falou dos avanços que o sistema tem causado na agricultura e pecuária tocantinense. “Este sistema de produção busca a melhoria na gestão financeira e estrutural da propriedade, melhorando o rendimento do produtor. É mais uma alternativa econômica, promovendo a geração de emprego e renda”, disse o secretário.

Para o zootecnista da Fazenda, Danilo Figueiredo, o sistema de Produção Lavoura-Pecuária adotado na Fazenda é de alta rentabilidade, favorecendo o dono da propriedade que arrenda as terras, os criadores de gado de corte e também os produtores de soja.

O criador de gado, Geyjosé Santos, confirma a expectativa positiva. “Estou iniciando agora neste sistema, mas estou confiante. Acredito que o ganho de custo pode chegar em torno de 50%”, manifestou o produtor, que possui uma criação de 525 machos para corte, numa área de 450 hectares, distribuídos em cinco pastos.

Santos diz ainda que para chegar a uma criação com rendimento notável é necessário utilizar boas práticas de manejo nas pastagens, aliando as tecnologias de precisão para o ganho de resultado. “O uso correto das boas práticas reduz o ciclo de criação do animal, ou seja, o gado de corte precoce, o que proporciona melhores lucros para o produtor. Em 70 dias o animal está pronto para o abate”, argumentou o criador.

Soja

Após a cria dos animais, acontece o plantio de soja na mesma área de criação do gado. A cultura da soja começa no final do ano e vai até no mês de maio do ano seguinte. A partir daí, o gado volta para a mesma área. “O local é preparado com tecnologia de ponta, no sistema de plantio direto, o que garante melhor nutrientes e de forma sustentável”, disse Santos.

Fonte: Governo do Tocantins / Rural Centro

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