Piauí lança Grupo Gestor Estadual do Programa ABC

Entre os objetivos do comitê está a capacitação de profissionais para a elaboração de projetos e definir metas para reduzir emissões de gases de efeito estufa
*Do MAPA
O 20º Grupo Gestor Estadual (GGE) do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) foi criado nesta quarta-feira, 5 de setembro, no Piauí. O lançamento foi feito durante um seminário promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Embrapa Meio-Norte e a Secretaria de Desenvolvimento Rural, no auditório central da Embrapa, em Teresina.Durante o evento, palestrantes ressaltaram a importância do uso de sistemas de produção sustentáveis no estado. Uma das alternativas fomentadas dentro do Programa ABC (linha de financiamento para atingir as metas estabelecidas no Plano ABC) é a integração Lavoura-Pecuária-Floresta, uma alternativa viável para ser utilizada nos cerrados piauienses.

Promover a difusão das práticas sustentáveis no campo é um dos objetivos do Mapa e demais órgãos do Governo Federal. O ministério, especificamente, coordena a criação dos Grupos Gestores Estaduais para auxiliar na divulgação e implementação do ABC nas unidades da Federação.

Esses grupos orientam por meio de seminários quanto ao acesso ao crédito oferecido pelo Programa ABC a partir da elaboração dos projetos, principalmente devido à falta de assistência técnica. Para isso, o Mapa trabalha em parceira com estados e municípios na capacitação dos técnicos para levar as informações ao produtor.

Os grupos gestores também têm o objetivo de definir quanto cada Estado pode contribuir para reduzir a emissão de gases de efeito estufa na agricultura e pecuária. O Governo Federal espera, inclusive, ter resultados ainda mais expressivos que a meta de reduzir, até 2020, entre 125 e 133 milhões de toneladas de CO2.

Saiba mais

A linha de crédito oferecida aos produtores rurais para a adoção de técnicas agrícolas sustentáveis é conhecida como Programa ABC. Entre as práticas financiadas, estão sistema de plantio direto, tratamento de resíduos animais, integração lavoura-pecuária-floresta, fixação biológica de nitrogênio, plantio de florestas e recuperação de áreas degradadas.

Para a safra 2012/2013, o programa terá R$ 3,4 bilhões disponíveis em linhas de crédito. A taxa de juros para o período diminui em relação à safra anterior, de 5,5% para 5% ao ano, a menor fixada para o crédito rural destinado à agricultura empresarial praticados pelo Banco do Brasil e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O prazo para pagamento é de 5 a 15 anos, e o limite de financiamento é de R$ 1 milhão.

*Fonte: Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – MAPA

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