Novas datas para o Seminário em Pato Branco/PR

O Paraná se prepara para mais dois Seminários de Agricultura de Precisão. Os eventos acontecem no município de Pato Branco e aborda técnicas de integração lavoura, pecuária e floresta, crédito do ABC e dicas sobre o Novo Código Florestal Brasileiro. Inscrições abertas!

Confira a programação:

Dia 13 de Novembro (terça-feira):

8 h – Inscrições e distribuição do material
8 h 30 – Abertura: representantes das instituições envolvidas
8 h 50  –  Palestra: Plano ABC Nacional no contexto da redução das emissões de gases de efeito estufa.
Palestrante: Elvison Nunes Ramos – Eng. Agr. Fiscal Federal Agropecuário – Coordenador de  Manejo  Sustentável  dos  Sistemas Produtivos SDC/MAPA – Brasília/DF
09 h 40  – Palestra: Plano Estadual de Agricultura de Baixo Carbono.
Palestrante: Renato Viana Gonçalves – Eng. Agr. SEAB/PR Coordenador do Grupo Gestor Estadual do Plano ABC – Curitiba/PR
10 h 15 – Intervalo para café
10 h 40 – Palestra: Sistema de Plantio Direto: avanços no Sul do Brasil.
Palestrante: Luís César Cassol – Eng. Agr. Professor/Pesquisador UTFPR – Pato Branco/PR
12 h – Intervalo almoço
13 h 40 – Palestra: Integração Lavoura Pecuária.
Palestrante: Laércio Ricardo Sartor – Eng. Agr. Professor/Pesquisador UTFPR Dois Vizinhos/PR
15 h 10 – intervalo para café
15 h 30  – Palestra: Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. Palestrante: Vanderley Porfírio da Silva, Eng. Agr. Pesquisador EMBRAPA FLORESTAS – Colombo/PR
17 h 10  – Mesa redonda e encerramento dos trabalhos do primeiro dia

Dia 14 de Novembro (quarta-feira):

8 h 20  – Palestra: Implantação, Recuperação e Manejo de Pastagens.
Palestrante: Dr. André Brugnara Soares – Eng. Agr. Professor/Pesquisador UTFPR  – Pato Branco/PR
09 h 50 – Intervalo para café
10 h 15 – Palestra: Utilização de Biodigestores no aproveitamento de Dejetos.
Palestrante: Dr. Cícero Bley Júnior – Eng. Agr. Superintendente de Energias Renováveis Itaipu Binacional – Foz do Iguaçu/PR
11 h 20  – Palestra: Programa ABC – Linhas de crédito.
Palestrante: Cristiano Rafael Massing – Eng. Agr. Banco do Brasil – Pato Branco/PR
12 h – Intervalo almoço
14 h – Palestra: Código Florestal Brasileiro – Alterações legais e suas implicações para a Região Sudoeste do Paraná.
Palestrante: Sílvio Krinski, Eng. Agr. Acessor Técnico – OCEPAR – Curitiba/PR
16 h  – Mesa redonda e encerramento

SERVIÇO:
Datas: terça e quarta-feira, 13 e 14 de novembro de 2012 (durante a EXPOPATO 2012)
Local: Auditório do Centro Regional de Eventos – Pato Branco/PR
Público alvo: Empresários Rurais da Região Sudoeste do PR e Profissionais que atuam no setor agropecuário
Organização: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sociedade Rural Pato Branco, Sindicato Rural de Pato Branco,
Instituições parceiras: Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, Faculdade Mater Dei , UTFPR, Prefeitura Municipal de Pato Branco, ITAIPU BINACIONAL, Banco do Brasil, FAEP/SENAR, EMBRAPA, IAPAR, Assoc. dos Eng. Agrônomos de Pato Branco.

Em busca de informações sobre o plantio de árvores

O Auditório do prédio da CNA, em Brasília, estava lotado na manhã de hoje, 31 de julho. Eram produtores e dirigentes do setor rural, participantes do 7º Seminário de incentivo ao cultivo de eucalipto no Distrito Federal e Entorno, em busca de informações. O evento foi realizado pela R&S Florestal, com o apoio da Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal – FAPE-DF.

A programação reservou um espaço específico para que os produtores pudessem conhecer e discutir a utilização da árvore nas técnicas de agricultura de baixo carbono. “O programa ABC trabalha com tecnologias validadas e reconhecidas internacionalmente. Temos condições de aumentar a produtividade sem derrubar nenhuma árvore, sem entrar em áreas com vegetação nativa. A missão do Ministério da Agricultura é promover o desenvolvimento sustentável e o Programa ABC é um dos caminhos para alcançar este objetivo”, disse Elvison Nunes Ramos, Coordenador de Manejo Sustentável dos Sistemas Produtivos do MAPA.

O papel do produtor rural

“A grande estrela do Programa ABC é o produtor rural. Precisamos evoluir na questão da reserva de carbono, mas o produtor ainda não vê isso como algo rentável. Estamos trabalhando para que essa visão mude”, contou o representante do Ministério da Agricultura, Elvison Nunes Ramos.

Segundo Elvison Nunes Ramos, o Ministério da Agricultura fez um estudo e detectou que a falta de conhecimento do produtor rural é um dos principais fatores que impedem a adoção das técnicas de agricultura de baixo carbono em mais propriedades rurais.  “A CNA também identificou essa necessidade de capacitar técnicos e produtores rurais. Por isso, fez uma parceria com a Embaixada Britânica para difundir a capacitação. Esse Projeto ABC Capacitação contou com o nosso apoio, do Ministério da Agricultura”, afirmou.

Para difundir as técnicas de agricultura de baixo carbono, o Ministério da Agricultura está implantando Grupos Gestores do ABC nos Estados. Já foram implantados esses grupos em 18 Estados brasileiros.

As técnicas da Agricultura de Baixo Carbono

O Ministério da Agricultura estabeleceu metas a serem cumpridas dentro do Programa de Agricultura de Baixo Carbono e, consequentemente, alcançar o objetivo de reduzir a emissão de gases do efeito estufa (GEE).

Veja abaixo o quadro com as metas:

 “Temos a meta de recuperar 15 milhões de hectares de pastagens no Brasil até 2020. Com a implantação dos Grupos Estaduais, estamos prevendo superar essa meta. Com o Sistema de floresta plantada pretendemos produzir 10 milhões de toneladas de carbono. A produção de eucalipto e outras espécies são fundamentais para alcançarmos os objetivos firmados pelo Governo Federal”, disse Elvison Nunes Ramos, Coordenador de Manejo Sustentável dos Sistemas Produtivos do MAPA.

No final do evento, os participantes ganharam mudas de eucalipto.

Programa ABC no Paraná

* Da FAEP

O vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil (BB), Osmar Dias, reforçou a necessidade de implantação do programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) durante a posse da nova diretoria da FAEP. Desde março do ano passado, o BB disponibilizou R$ 356 milhões para o programa ABC, somando 1.235 projetos em todo o país. Para o Paraná foram liberados R$ 57 milhões e inclui apenas 229 projetos. O Estado foi o segundo que mais recebeu recursos, perdendo para Minas Gerais, onde as carta de crédito somaram  R$ 69 milhões.

Vários entraves impediram a expansão do programa ABC, alguns projetos rodaram por conta de falhas na elaboração, justamente porque havia uma carência de técnicos. Em julho do ano passado havia somente 25 projetos no país. Na avaliação dele, os estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul estão entre os cincos estados que mais receberam recursos em razão do aumento da capacitação técnica. “Não basta treinar somente o técnico, mas também o produtor. Ele terá que fazer algum curso também, porque é uma tecnologia que exige muitos cuidados na hora de implantar”.

Acrescentou ainda que o sistema de Plantio Direto avançado no Paraná é uma das alavancas para a expansão do programa ABC. “Nós temos essa vantagem na comparação com os outros estados e com o esforço que vai ser feito na capacitação de técnicos poderemos avançar muito”. Esse é o objetivo da capacitação do SENAR-PR, inicialmente o treinamento dos 180 engenheiros agrônomos que multiplicarão os conhecimentos sobre a ABC.

Metas do ABC

Segundo Dias, a meta do programa é recuperar 15 milhões de hectares em pastagens degradadas até 2020. Hoje essa área soma 120 milhões de hectares no país.  A outra característica do ABC é a compra de maquinário para Plantio Direto. “Não dá pra obrigar o produtor a fazer plantio direto se ele não tem financiamento para comprar máquina, aí ele vai ter que fazer três projetos: um para investimento, outro para o ABC e outro para compra de máquinas”. Acrescentou ainda que, com exceção do Pronaf, não existe nenhum programa com taxas de juros tão baixa, de 5% ao ano.  “Estamos ajustando um programa pra ser o novo paradigma da agricultura, que integra práticas modernas, aumenta a produtividade e preserva mais”.

Financiamento

Atualmente, o produtor necessita fazer novo projeto a cada plantio para pleitear financiamentos no sistema nacional de crédito rural. Como a garantia é de livre escolha entre o agente financeiro e o financiado, verifica-se imposição de garantia acima de 200% do valor financiado, restringindo o acesso ao crédito pelos produtores e suas cooperativas, principalmente para aqueles que renegociaram as dívidas. Por essa linha de financiamento, o agricultor teria um limite para utilizar o crédito rotativo ao longo de cinco anos, por exemplo, e quando ultrapassá-lo faria a renovação.

No esforço para obter o sinal verde do Banco do Brasil e das autoridades monetárias, as propostas para o Plano Agropecuário 2011/12 –  PAP foram feitas pela FAEP, Ocepar e outras entidades. As propostas foram apresentadas ao secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Caio Tibério Dorneles da Rocha, em Curitiba, no último dia 19 de março.


A proposta

– Opção de crédito rotativo automático para o custeio comercial com limite de R$200 mil por produtor/safra, no qual o produtor faz o registro de apenas um contrato com as garantias, denominado “contrato principal”, válido por 5 anos;

– Seria Incluído no Sistema da Central de Risco de Crédito do BACEN as informações cadastrais por CPF com todos os dados para emissões das certidões necessárias para a concessão do crédito rural, dispensando-se a entrega das certidões do mutuário no agente financeiro;

– Garantia o penhor da safra esperada, condicionada à adesão a um plano de seguro ou ao Proagro;

– Criação de uma opção de operação de custeio agropecuário com mecanismo de autoliquidez, acoplando-se ao instrumento de crédito um seguro contra risco climático e um contrato de opção de venda do produto financiado, pelo menos ao valor do preço mínimo;

– Aceitação do protocolo do INCRA de solicitação feita pelo produtor para obtenção do CCIR – Certificado de Cadastro de Imóvel Rural atualizada para fins de liberação do crédito rural nos agentes financeiros.

O calendário

Os 180 agrônomos (prestadores de serviço do SENAR-PR, assistência técnica de cooperativas, emater, Seab, agrônomos do Banco do Brasil e agrônomos da iniciativa privada) terão os primeiros treinamentos em seis regiões paranaenses, e três títulos: Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, Implantação, Recuperação e Manejo de Pastagens e  Plantio Direto na Palha.

Após esta primeira rodada, haverá um grupo maior de multiplicadores e serão formadas mais turmas para os agrônomos e treinamentos para os produtores rurais.

CNA promove debate sobre Agricultura de Baixo Carbono no Rio Grande do Sul

Cerca de oitenta produtores rurais, técnicos de órgãos públicos, bancos e de federações estaduais de agricultura e pecuária participarão amanhã (14/02), em Porto Alegre (RS), do quarto e último Seminário Agricultura de Baixo Carbono (ABC), parceria da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com a Embaixada Britânica. O objetivo do seminário é compartilhar informações sobre o Programa ABC, do Governo federal, que disponibiliza R$ 3,5 bilhões na safra atual para investimentos em práticas e tecnologias sustentáveis voltadas para a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs). O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul (FARSUL), Carlos Sperotto, participará do encerramento do seminário, às 17h.

Leia mais no Canal do Produtor.

Gaúchos recebem o último seminário

Orientar o produtor rural sobre a agricultura de baixo carbono e promover o programa ABC. Esses são os objetivos da CNA, que organizou quatro Seminários do Guia de Financiamento de Agricultura de Baixo Carbono. O último deles acontece na próxima terça-feira (14), em Porto Alegre, na Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul (FARSUL).

A expectativa é que o sucesso dos outros três seminários, que acorreram em Brasília, Belo Horizonte e Salvador, se repita. O evento capacitará técnicos de órgãos públicos, bancos e federações de agricultura e pecuária para orientar produtores rurais sobre os procedimentos para obtenção das linhas de financiamento do Programa ABC.

A série de seminários, realizada em parceria com a Embaixada Britânica, a Embrapa e o Banco do Brasil, contou até agora com participação maciça de produtores, técnicos e engenheiros agrônomos.

Veja abaixo a programação do evento em Porto Alegre:

Data: 14/02/2012

Local: Auditório FARSUL– Porto Alegre/ RS

9h00 – Credenciamento

9h30 – Abertura – Apresentação do Guia – CNA

10h00 – As expectativas do Governo Federal – MAPA

11h00 – Coffee Break

11h15 – As tecnologias para Agricultura com Baixa Emissão de Carbono – Embrapa

13h00 – Almoço

14h00 – Cases de Sucesso – Técnico que elaborou projeto e produtor rural

15h00 – A linha de crédito – Banco do Brasil

17h00– Encerramento – Representante da Federação do Rio Grande do Sul.

Repercussão do seminário de Salvador

Produtores, engenheiros agrônomos e representantes de sindicatos rurais de todo o Nordeste se reuniram nesta terça-feira (7), em Salvador-BA, para participar do terceiro Seminário do Guia de Financiamento de Agricultura de Baixo Carbono. As discussões sobre o programa ABC ganharam destaque em  sites especializados. Veja abaixo algumas matérias sobre o assunto:

Portal Gente e Mercado:

Governo investirá R$ 3,15 bilhões em agricultura de baixo carbono

O governo federal investirá nos próximos dois anos R$ 3,15 bilhões no financiamento de agricultores que quiserem se inscrever no Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), linha de crédito disponível, por enquanto, apenas no Banco do Brasil e que tem entre seus principais objetivos estimular o cumprimento da redução em até 38,9% das emissões de gases causadores do efeito estufa no País até 2020 (compromisso assumido pelo Brasil na COP-15 de Copenhague, em 2009) por meio da adoção de técnicas agrícolas sustentáveis.

Leia mais: http://genteemercado.com.br/governo-federal-investira-r-315-bilhoes-em-agricultura-de-baixo-carbono/

 
Portal Agrolink:

Parcerias para a adoção de práticas sustentáveis na agropecuária

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB) e vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins da Silva Júnior, defendeu nesta terça-feira (7/2) a realização de parcerias do setor agropecuário com bancos e entidades empresariais para difundir e incentivar a adoção de práticas de produção sustentável nas propriedades rurais com o objetivo de reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs).

Leia mais: http://www.agrolink.com.br/noticias/parcerias-para-a-adocao-de-praticas-sustentaveis-na-agropecuaria_144066.html


Falta de conhecimento impede maior adesão ao Programa ABC

A falta de conhecimento sobre as linhas de crédito voltadas para práticas de produção sustentável no setor agropecuário é uma das principais razões que impedem uma maior adesão ao Programa ABC, criado em 2010 pelo Governo federal para financiar a utilização de tecnologias para redução de Gases de Efeito Estufa (GEEs). A afirmação é do gerente de Mercado e Agronegócio da Superintendência do Banco do Brasil na Bahia, Paulino Hashimoto, durante o terceiro Seminário de Capacitação de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), nesta terça-feira (7-2), na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB), em Salvador.

Leia mais: http://www.agrolink.com.br/noticias/falta-de-conhecimento-impede-maior-adesao-ao-programa-abc_144065.html


Portal Nelore Genética Adtiva:

Seminário promove boas práticas agro-pecuárias

Na manhã desta terça-feira (7), durante a abertura do 3º Seminário de Capacitação de Agricultura de Baixo Carbono, em Salvador, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB) e vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins da Silva Júnior, defendeu a realização de parcerias do setor agro-pecuário com bancos e entidades empresariais.

Leia mais: http://nelore.geneticaaditiva.com.br/?p=982

Tudo pronto em Salvador

Em Salvador, está tudo pronto para começar o Seminário de Lançamento do Guia de Financiamento de Agricultura de Baixo Carbono. Com inscrições esgotadas, o evento terá início em poucos minutos. Representantes do Governos Federal e Estadual, Produtores, Técnicos e imprensa já estão no local. Abaixo, programação do evento:

10h – As expectativas do Governo Federal
Elvison Ramos – Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA)

11h – As tecnologias para Agricultura com Baixa Emissão de Carbono
Dr. Paulo Galerani (Embrapa)

12h30 – Almoço

13h30 – Case de Sucesso
Elicarlos Ramos Caíres (Produtor Rural)
EMCAR (Empresa de Consultoria e Assessoria Rural)

14h30 – A linha de crédito ABC
Paulino Hashimoto Gerente da Superintendência de Agronegócios (Banco do Brasil)

16h – Encerramento

Terceiro Seminário

Estão abertas as inscrições para o terceiro Seminário que será realizado na próxima terça-feira, 7 de fevereiro, no auditório da FAEB, em Salvador (BA).

Durante a programação serão apresentadas as expectativas do Governo Federal – MAPA sobre essa nova técnica; as tecnologias para a Agricultura com Baixa Emissão de Carbono, com a participação da EMBRAPA; e a disponibilidade de linha de crédito do Banco do Brasil.

INSCREVA-SE enviando um e-mail para barbara.cordeiro@senarbahia.org.br ou pelos telefones (71) 3415.3140 – 3100.

Conheça o caso da fazenda de MG que plantou eucalipto e estima aumentar em 10 vezes a produtividade

* Do Canal do Produtor

O Estado de Minas Gerais possui enormes reservas de minério de ferro e, portanto, usa muito carvão vegetal no processo de fabricação do aço. As florestas plantadas, por sua vez, são grandes fontes de carvão vegetal para os fornos das siderúrgicas. Foi essa conjunção de fatores que fez o produtor rural Antônio Pontes Fonseca, 72 anos, tornar-se um defensor convicto da floresta plantada como forma de recuperar regiões degradadas e obter renda com a venda da madeira. “Há 25 anos, na época do governo de Francelino Pereira, recebi a medalha do mérito florestal porque, desde aquele tempo, eu já acreditava na floresta plantada”, lembra Antonio Pontes, que conseguiu financiar R$ 1 milhão pelo Programa ABC e estima aumentar em dez vezes a produção de carvão vegetal, que hoje é vendido em torno de R$ 150 o metro cúbico.


Leia a matéria completa no Canal do Produtor:  http://www.canaldoprodutor.com.br/comunicacao/noticias/conheca-o-caso-da-fazenda-de-mg-que-plantou-eucalipto-e-estima-aumentar-em-10-v